Enxagues bucais: usar ou não usar?

Propiciam uma sensação de higiene e frescor na boca, mas é um tema polêmico entre os dentistas. São os chamados enxagues bucais com muitas opções disponíveis no mercado.

Do lado dos que defendem os antissépticos, a indicação do uso é para a redução das bactérias da boca, que causam mau hálito e outras doenças bucais. A presença de substância químicas, impedem a formação da placa bacteriana.

Os profissionais que têm ressalva no uso, avaliam como um complemento coadjuvante no tratamento periodontal e na higienização, mas nunca a substituição da escovação e uso do fio. “Os enxagues não removem a placa bacteriana, apenas deixam a boca com sensação de frescor”, esclarece a Dra. Katia Regina da Silva.

Ela alerta também para os produtos que contém álcool em sua composição:

“podem provocar ardência e ressecamento da mucosa da boca. Crianças pequenas que não saibam ou tenham facilidade em fazer bochechos e cuspir, não devem usar”, complementa.  

Assim, adverte: “os adeptos dos enxaguantes bucais devem buscar orientação com o seu dentista porque a curto e médio prazo, a escolha pode trazer efeitos indesejáveis”.

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